.Ele pediu para dormir e desejou não sonhar, agradece não sentir o sonho que o faz chorar. Chora o sentimento que outrora sonhou, desvanece com o vento o desejo que um dia ousou! Não vive, existe Não insiste, desiste Não atenta, ignora Não sorri, apenas chora!
.Aperto a glote faço-me forte sozinho na madrugada com a face molhada. Sozinho disfarço o suspiro sentido com a música que faço de sentimento perdido Sofrego pela intensidade de outra idade com "aquela" saudade de memórias que faltam pernas que prostram almas que choram.
.Vivo fechado, por entre dogmas enclausurado, sempre cercado Olho em frente, tudo previsto orientado, aceite pela norma. Desisto. Não olhes, não faças não te molhes, cuidado com as calças. Respira, senta, levanta, come enche-te de frases, continuas com fome. Já ontem era tarde para a máquina descarrilar Pausa... Há que trabalhar. Respira enquanto arde, rebenta a mielina que a pedra já desce a colina.
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